Um repasse informado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),
nesta terça-feira (11), pode elevar, em média, 4,6% as tarifas este ano. A alta
proposta seria para cobrir um déficit bilionário na Conta de Desenvolvimento
Energético (CDE), fundo que financia diversas ações como o programa Luz para Todos,
subsídio à energia para famílias de baixa renda e em comunidades isoladas no
norte do país e indenizações às geradoras e transmissoras que renovaram suas
concessões dentro do plano de barateamento da energia adotado pelo governo em
2013. Segundo informou a Aneel, em 2014, as despesas assumidas pela
CDE superam em R$ 5,6 bilhões as receitas previstas para o fundo. É justamente
esta diferença que pode ser repassada aos consumidores por meio da conta de
luz, o que deve levar a uma alta média de 4,6% na tarifa. A proposta da Aneel
ainda vai passar por consulta pública, assim os números podem sofrer alterações
até a sua definitiva aprovação pela agência, o que deve ocorrer após a segunda
quinzena de março. .
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
PROBLEMA: CONTA DE LUZ VAI AUMENTAR EM 4,6%
Um repasse informado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),
nesta terça-feira (11), pode elevar, em média, 4,6% as tarifas este ano. A alta
proposta seria para cobrir um déficit bilionário na Conta de Desenvolvimento
Energético (CDE), fundo que financia diversas ações como o programa Luz para Todos,
subsídio à energia para famílias de baixa renda e em comunidades isoladas no
norte do país e indenizações às geradoras e transmissoras que renovaram suas
concessões dentro do plano de barateamento da energia adotado pelo governo em
2013. Segundo informou a Aneel, em 2014, as despesas assumidas pela
CDE superam em R$ 5,6 bilhões as receitas previstas para o fundo. É justamente
esta diferença que pode ser repassada aos consumidores por meio da conta de
luz, o que deve levar a uma alta média de 4,6% na tarifa. A proposta da Aneel
ainda vai passar por consulta pública, assim os números podem sofrer alterações
até a sua definitiva aprovação pela agência, o que deve ocorrer após a segunda
quinzena de março.
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