O senador
baiano Walter Pinheiro (PT-BA) acabou sendo obrigado a fazer uma "dieta
forçada" após a privatização do ‘cafezinho’ do Senado. O local do lanche
dos parlamentares passou a ser administrado pelo Senac e, a partir de então, os
senadores tem que pagar por bebidas e petiscos mais elaborados. Só são
distribuídos gratuitamente café, água sem gás, biscoito de maizena e cream
cracker. A mudança pegou de surpresa Pinheiro. "Eu fiquei sem o lanche
porque estava sem dinheiro para pagar", declarou o petista, em reportagem
feita pelo jornal Folha de S. Paulo. Outros parlamentares que também foram
pegos desprevenidos acabaram tendo que pegar um empréstimo com seus assessores.
"Me empresta aí R$ 5 para eu pagar aqui", disse o senador Cássio
Cunha Lima (PSDB-PB), segundo registrou a reportagem da Folha, para completar o
pagamento da conta. Entre os valores pagos, o pão de queijo sai por R$ 1,50 a unidade.
Já quem quiser comer um sanduíche de mortadela ou uma quiche terá que
desembolsar R$ 10 do seu próprio bolso. Em 2013, o Senado gastou R$ 200 mil
para os lanches, quando o fornecimento era gratuito. Os garçons que trabalhavam
no local, com salários que variam entre R$ 7 mil e R$ 14 mil, foram relocados
para outras áreas. Alguns deles passaram a exercer atividades administrativas (BN).
domingo, 16 de fevereiro de 2014
SENADOR FICA SEM LANCHE POR NÃO TER DINHEIRO
O senador
baiano Walter Pinheiro (PT-BA) acabou sendo obrigado a fazer uma "dieta
forçada" após a privatização do ‘cafezinho’ do Senado. O local do lanche
dos parlamentares passou a ser administrado pelo Senac e, a partir de então, os
senadores tem que pagar por bebidas e petiscos mais elaborados. Só são
distribuídos gratuitamente café, água sem gás, biscoito de maizena e cream
cracker. A mudança pegou de surpresa Pinheiro. "Eu fiquei sem o lanche
porque estava sem dinheiro para pagar", declarou o petista, em reportagem
feita pelo jornal Folha de S. Paulo. Outros parlamentares que também foram
pegos desprevenidos acabaram tendo que pegar um empréstimo com seus assessores.
"Me empresta aí R$ 5 para eu pagar aqui", disse o senador Cássio
Cunha Lima (PSDB-PB), segundo registrou a reportagem da Folha, para completar o
pagamento da conta. Entre os valores pagos, o pão de queijo sai por R$ 1,50 a unidade.
Já quem quiser comer um sanduíche de mortadela ou uma quiche terá que
desembolsar R$ 10 do seu próprio bolso. Em 2013, o Senado gastou R$ 200 mil
para os lanches, quando o fornecimento era gratuito. Os garçons que trabalhavam
no local, com salários que variam entre R$ 7 mil e R$ 14 mil, foram relocados
para outras áreas. Alguns deles passaram a exercer atividades administrativas (BN)
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