O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PSC) deu entrada em um
projeto de indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), na última
segunda-feira (10), para sugerir ao governador Jaques Wagner a criação do
Conselho Estadual dos Direitos dos Evangélicos ou da Comunidade Evangélica. A
sugestão de Isidório foi feita no mesmo dia em que o chefe do Executivo baiano
sancionou o Conselho Estadual dos Direitos da População de Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais. Contrário à criação do grupo LGBT, o
pastor chegou a prometer se “travestir de gay” para receber Wagner na primeira
sessão anual da Casa Legislativa. Isidório propõe que o colegiado dos
evangélicos seja criado na estrutura da Secretaria de Justiça, Cidadania e
Direitos Humanos, a exemplo do colegiado LGBT. “Pensei nesse projeto tendo em
vista a crescente expansão do público evangélico no nosso Estado, que hoje já representa
uma grande parcela da população, bem como a falta de assistência formal a este
grupo. O projeto não só servirá para beneficiar a comunidade, como também para
engrandecer um dos segmentos da sociedade que mais trabalha pela paz dentro do
nosso Estado, e que menos recebe atenção dele”, defende o deputado..
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
DEPUTADO DEFENDE CRIAÇÃO DE CONSELHO CRISTÃO
O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PSC) deu entrada em um
projeto de indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), na última
segunda-feira (10), para sugerir ao governador Jaques Wagner a criação do
Conselho Estadual dos Direitos dos Evangélicos ou da Comunidade Evangélica. A
sugestão de Isidório foi feita no mesmo dia em que o chefe do Executivo baiano
sancionou o Conselho Estadual dos Direitos da População de Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais. Contrário à criação do grupo LGBT, o
pastor chegou a prometer se “travestir de gay” para receber Wagner na primeira
sessão anual da Casa Legislativa. Isidório propõe que o colegiado dos
evangélicos seja criado na estrutura da Secretaria de Justiça, Cidadania e
Direitos Humanos, a exemplo do colegiado LGBT. “Pensei nesse projeto tendo em
vista a crescente expansão do público evangélico no nosso Estado, que hoje já representa
uma grande parcela da população, bem como a falta de assistência formal a este
grupo. O projeto não só servirá para beneficiar a comunidade, como também para
engrandecer um dos segmentos da sociedade que mais trabalha pela paz dentro do
nosso Estado, e que menos recebe atenção dele”, defende o deputado.
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