Um suposto boletim de emergência (BE) do Hospital de Emergência e Trauma
de João Pessoa se tornou motivo de piada nas redes sociais no fim de semana. Na
imagem do documento, um paciente apresentando pupilas dilatadas comentou
durante os primeiros atendimentos que foi vítima de um atropelamento de
unicórnio. A direção do hospital informou nesta segunda-feira (17) que o
boletim de emergência é falso e que o paciente citado nunca deu entrada na
unidade médica. Edvan Benevides, diretor administrativo do Hospital de Trauma
de João Pessoa, comentou que foi feita uma busca no sistema da unidade e desde
2009 nenhum paciente com o nome citado no suposto boletim médico foi registrado.
Ele explica ainda que algumas especificações técnicas comprovam que se trata de
uma fraude. “Alguns detalhes técnicos do BE comprovam que se trata de um
documento falso. O nome do paciente não é escrito manualmente, nem muito menos
citamos o que paciente relata ao médico que realiza o primeiro atendimento. O
nome do paciente é impresso em uma etiqueta e colado do boletim. É obrigatório
ainda que o médico carimbe o documento e normalmente só se usa termos técnicos.
Por exemplo, não se coloca no BE que o paciente apresentava pupilas dilatadas,
mas midríase”, citou.(G1).
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
HOMEM ATROPELADO POR UNICÓRNIO NA PARAÍBA ?
Um suposto boletim de emergência (BE) do Hospital de Emergência e Trauma
de João Pessoa se tornou motivo de piada nas redes sociais no fim de semana. Na
imagem do documento, um paciente apresentando pupilas dilatadas comentou
durante os primeiros atendimentos que foi vítima de um atropelamento de
unicórnio. A direção do hospital informou nesta segunda-feira (17) que o
boletim de emergência é falso e que o paciente citado nunca deu entrada na
unidade médica. Edvan Benevides, diretor administrativo do Hospital de Trauma
de João Pessoa, comentou que foi feita uma busca no sistema da unidade e desde
2009 nenhum paciente com o nome citado no suposto boletim médico foi registrado.
Ele explica ainda que algumas especificações técnicas comprovam que se trata de
uma fraude. “Alguns detalhes técnicos do BE comprovam que se trata de um
documento falso. O nome do paciente não é escrito manualmente, nem muito menos
citamos o que paciente relata ao médico que realiza o primeiro atendimento. O
nome do paciente é impresso em uma etiqueta e colado do boletim. É obrigatório
ainda que o médico carimbe o documento e normalmente só se usa termos técnicos.
Por exemplo, não se coloca no BE que o paciente apresentava pupilas dilatadas,
mas midríase”, citou.(G1)
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