Prefeitos baianos vão aproveitar o ano eleitoral para, com gestores
municipais do país, pressionar o Congresso Nacional a cumprir a pauta
municipalista. O ano de 2014 será "insustentável" para os municípios
se o governo federal não incrementar recursos destinados ao Fundo de
Participação dos Municípios (FPM), prevê o presidente da Confederação Nacional
dos Municípios, Paulo Ziulkoski. A opinião é compartilhada pela direção da
União dos Municípios da Bahia (UPB). Com perdas acumuladas da ordem de bilhões
em razão da redução dos repasses do FPM - consequência da desoneração de
tributos como o IPI -, aliada a um impacto de R$ 1,7 bilhão com o reajuste do
salário mínimo e à "saia justa" fiscal com o aumento de 8,2% no
índice do Fundeb, que baliza o aumento salarial dos professores da rede
municipal, os prefeitos decidiram parar para exigir mudanças. (Atarde).
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
ANO ELEITORAL É PROPÍCIO AO JOGO POLÍTICO
Prefeitos baianos vão aproveitar o ano eleitoral para, com gestores
municipais do país, pressionar o Congresso Nacional a cumprir a pauta
municipalista. O ano de 2014 será "insustentável" para os municípios
se o governo federal não incrementar recursos destinados ao Fundo de
Participação dos Municípios (FPM), prevê o presidente da Confederação Nacional
dos Municípios, Paulo Ziulkoski. A opinião é compartilhada pela direção da
União dos Municípios da Bahia (UPB). Com perdas acumuladas da ordem de bilhões
em razão da redução dos repasses do FPM - consequência da desoneração de
tributos como o IPI -, aliada a um impacto de R$ 1,7 bilhão com o reajuste do
salário mínimo e à "saia justa" fiscal com o aumento de 8,2% no
índice do Fundeb, que baliza o aumento salarial dos professores da rede
municipal, os prefeitos decidiram parar para exigir mudanças. (Atarde)
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